sábado, 25 de junho de 2011

O mito da embalagem sustentável: manual básico de reciclagem

O termo sustentável provém do latim sustentare (sustentar; defender; favorecer, apoiar; conservar, cuidar). Segundo o Relatório de Brundtland (1987), o uso sustentável dos recursos naturais deve "suprir as necessidades da geração presente sem afetar a possibilidade das gerações futuras de suprir as suas".

Sustentável significa apto ou passível de sustentação, sustentado é aquilo que já tem garantida a sustentação. É de imediata compreensão que "sustentado" já carrega em si um prazo de validade, no sentido de que não se imagina o que quer que seja, no domínio do universo físico, que apresente sustentação perpétuade modo que, no rigor, "sustentado" deve ser acompanhado sempre do prazo ao qual se refere, sob risco de imprecisão ou falsidade, acidental ou intencional. Tal rigor é especialmente importante nos casos das políticas ambientais ou sociais, sujeitos a vieses de interesses divergentes.

Crescimento sustentado refere-se a um ciclo de crescimento econômico constante e duradouro, porque assentado em bases consideradas estáveis e seguras.


Abaixo, foto de Jardim Gramacho, o maior aterro da América Latina, que deve ser fechado em dezembro:




O que pode ser reciclado


Papéis
jornais e revistas
folhas de caderno
formulários de computador
caixas em geral
aparas de papel
fotocópias (Xerox)
envelopes
provas
rascunhos
cartazes velhos
papel de fax

Metais (lavados)
lata de folha de flandres (lata de óleo, salsicha, leite em pó etc)
lata de alumínio e marmitas
sucatas de reformas

Vidros (lavados)
embalagens
garrafas de vários formatos
copos

Plásticos (lavados)
embalagem de refrigerante
embalagem de material de limpeza
copinho de café
embalagem de margarina
canos e tubos
sacos plásticos em geral


O que não pode ser reciclado

Papéis
etiqueta adesiva
papel carbono
fita crepe
papéis sanitários
papéis metalizados
papéis parafinados
papéis plastificados
papéis sujos
guardanapos
bitucas de cigarro
fotografias
celofane

Metais
esponjas de aço (Bombril)
canos

Vidros
espelhos
vidros planos
lâmpadas
cerâmica
porcelana
tubos de TV

Plásticos
cabo de panela
tomadas
embalagem de biscoito
misturas de papel, plásticos e metais (tetrapack)
esponjas de cozinha
isopor e espuma
fitas adesivas e etiquetas


Descarte de lixo especial

Lâmpadas
Separar as fluorescentes num lixo à parte. Misturados aos outros restos, os cacos costumam ferir os catadores. Já as lâmpadas incandescentes não são recicladas, uma vez que, segundo mostram as pesquisas, não causam impacto negativo no meio ambiente - elas devem ser depositadas, portanto, no lixo comum.
Pontos de descarte no país: Cempre

Baterias
Reciclam-se só as de telefones sem fio, filmadoras e celulares - as outras, assim como as pilhas, têm baixa concentração de metais pesados e por essa razão não são tidas como prejudiciais ao meio ambiente. Para reciclar, faça um lixo separado: como as baterias são frágeis, podem romper-se e contaminar o restante dos detritos.
Pontos de descarte no país: Cempre

Cacos de vidros planos e de espelhos
Embalar em jornal e colocar num lixo separado. Seguirão para vidraçarias - e não para as tradicionais fábricas que reciclam vidro.

Óleo de cozinha
É um dos alimentos mais nocivos ao meio ambiente. Jogado no ralo da pia, ele termina contaminando rios e mares. Eis o número: 1 LITRO de óleo de cozinha polui 1 MILHÃO DE LITROS de água.
Colocar o óleo em garrafas PET bem vedadas e entregá-las a uma das várias organizações especializadas nesse tipo de reciclagem. Uma empresa tradicional que faz a coleta do óleo para reciclagem e transformação em sabão é a DisqueÓleo, que mesmo que não atenda seu Estado-Município, pode sempre indicar um parceiro na área.
Para fazer seu sabão em casa, a partir do óleo de cozinha doméstico, leia as receitas disponíveis na postagem A casa sustentável é mais barata - parte 12 (faxina e controle de pragas)

Eletro-eletrônicos
Um relatório divulgado pela ONU no início de 2010 classificou o Brasil como o maior produtor de lixo eletrônico entre os países emergentes, com uma média de meio quilo por habitante por ano. Número acima dos chineses e indianos, com 250g e 100g.
Pontos de descarte no país: Cempre

Aparelhos celulares
Devem ser descartados nas lojas de telefonia celular e usados ao máximo. Resista e não troque seu aparelho antigo apenas porque tem bonus suficientes para um último modelo. Cada aparelho celular consome meia tabela periódica em metais que já estão em risco de extinção, segundo relatório da ONU.

Tóxicos em geral
Tinta, óleo de motor e demais derivados industriais não devem ser descartados na tubulação de água e sim embalados (preferencialmente nas embalagens originais) e encaminhados à postos de gasolina, lojas de material de construção e os locais onde foram adquiridos.
 

Abaixo, vídeo educativo do Ministério do Meio Ambiente e em circulação pelas redes públicas de TV, mostrando uma suposta realidade sobre a reciclagem:





Em primeiro lugar, catador no Brasil não é profissão: é biscate de morador de rua, normalmente explorado pelo dono do galpão. Quando o Governo alardeia que 98% das latas de alumínio são recicladas no país, não está divulgando um indicador de desenvolvimento, mas de miséria humana, até porque não existe uma política nacional de inclusão social e capacitação dessa massa trabalhadora. A foto abaixo não me deixa mentir.



Catador como profissão regulamentada é um cidadão que trabalha de carteira assinada e conta com todos os direitos trabalhistas (salário mínimo, férias, décimo-terceiro, FGTS, aposentadoria por invalidez, etc.), além de ser treinado e capacitado, exercendo seu ofício como qualquer funcionário da Companhia de Limpeza Pública, uniformizado e com EPI (equipamento de proteção individual previsto em lei).

Veja abaixo, o texto e imagem de um caso bem sucedido na cidade de Foz do Iguaçu, retirado da Revista Brasileiros:

"Enquanto os trabalhos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico se fortalecem num horizonte a médio e longo prazos, a frase citada pelo economista britânico, John M. Keynes, em 1923, "a longo prazo estaremos todos mortos", ou na versão mais popular do músico Jim Morrison, "daqui ninguém sai vivo", ecoou como um alerta para mostrar a necessidade de se buscar uma resposta imediata. Luiz Carlos Matinc, técnico da Divisão de Ação Ambiental da Itaipu, é o coordenador do Projeto Coleta Solidária e responsável pela organização dos catadores de papel de Foz do Iguaçu. Para ele, uma questão elementar é mais do que suficiente para justificar qualquer medida em favor dessas pessoas. "Nos meses de verão, a temperatura aqui na região ultrapassa os 40 graus. É no mínimo desumano permitir que eles, principalmente idosos e crianças, andem pelas ruas puxando um carrinho." Mas a questão foi bem mais complexa. O primeiro desafio foi fazer com que os chamados lixeiros se aceitassem como cidadãos. A maioria havia perdido a auto-estima e o consumo de bebidas alcoólicas era enorme, até entre mulheres, jovens e crianças. Foi difícil fazê-los entender as vantagens do cooperativismo, do associativismo, cujos pressupostos estão sedimentados no trabalho coletivo. "Como não bastasse, eles eram explorados pelos donos dos barracões. Além de o preço pago pelo quilo do material ser apenas 30% do valor de mercado, os 'patrões' ainda cobravam aluguel dos carrinhos que eles puxavam", diz Matinc. Atualmente, a Cooperativa dos Agentes Ambientais de Foz do Iguaçu (COAAF) tem 550 sócios cadastrados e tanto o acompanhamento dos agentes ambientais como as avaliações da própria Cooperativa são feitos pela ONG Instituto Lixo e Cidadania, de Curitiba. Assim, além de melhores rendimentos financeiros, as condições de trabalho e higiene também são mais favoráveis. Outro instrumento facilitador foi o desenvolvimento de um carrinho elétrico para coleta de material nas ruas de difícil acesso, íngremes ou para os percursos mais longos.

Trata-se de um projeto piloto e o primeiro protótipo testado foi entregue por uma empresa privada no final de 2007. Em julho desse ano a Itaipu recebeu mais 50 unidades, sendo 30 para Foz do Iguaçu e o restante distribuído para cooperativas de Recife, Belo Horizonte, São Paulo e Porto Alegre. Em setembro, numa solenidade que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foram entregues mais cinco em Belo Horizonte. O custo de cada unidade é de R$ 4 mil e o gasto com 'combustível', no caso, energia elétrica, é de R$ 7,50 por mês. Mas não se trata de uma medida paternalista. Num convênio assinado com o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), a Itaipu comprometeu-se a fornecer, além do apoio tecnológico, condições para elaboração de uma base cadastral sobre os veículos, cooperativas e trabalhadores, a ser abrigada no servidor do PTI, além da elaboração de um manual de orientação sobre coleta seletiva. Com isso, o projeto poderá ser disseminado em outras regiões do País. Já se cogita a possibilidade de instituir uma linha de crédito por meio de instituições de fomento oficiais, voltada ao financiamento desses equipamentos para as cooperativas organizadas, onde os próprios catadores serão responsáveis pela administração do projeto."



A verdade é que esperamos por um milagre, como se o problema do lixo urbano fosse resolver-se por si só e nossas lixeiras fossem um desintegrador mágico do que jogamos ali. A visão antropocêntrica de que a solução das questões sanitárias estaria no produto também é equivocada e foi exatamente por pensar dessa forma desde a Revolução Industrial, que chegamos ao tetrapack, bebidas orgânicas, papel "reciclado" e móveis de mdf... porque não mudamos a nossa atitude diante do consumo. A salvação do lixo urbano não está na camiseta de pet, mas justamente em parar de fabricar tanta embalagem plástica oriunda de petróleo ou bioplástico de milho transgênico.

Vamos por partes: para fabricar o papelão do tetrapack, ou madeira de reflorestamento do MDF, ou o papel "reciclado" da nossa resma de A4, plantamos eucalipto. O eucalipto, que não é sequer nativo da flora brasileira, além de sugar 30lts de água diários dos lençóis freáticos, devasta os 7% remanescentes de Mata Atlântica. Com isso, perdemos em bioversidade num bioma em extinção e condenamos a área nativa ao processo de desertificação futuro.

Normalmente, o fardo de tetrapack é descartado na lixeira destinada à coleta seletiva do papelão e a cooperativa em questão não terá recursos para descartar devidamente as outras folhas de alumínio e plástico, gerando mais um resíduo desnecessário. Logo, tudo que não for coletado, transportado e reciclado, será descartado num aterro sanitário. Se existir um aterro sanitário ou controlado no município em questão, o que ainda é exceção no nosso país, vide o exemplo do Morro do Bumba, cujos moradores estão desabrigados até hoje. Outro equívoco é acreditar que o papelão certificado pela FSC da embalagem original é uma alternativa "verde". As fazendas de eucalipto para produzir papel e MDF certificado são uma monocultura latifundiária, corporativa e que emprega crianças e trabalho escravo.
Vou ainda mais longe, o próprio conceito de papel "reciclado" é equivocado, uma vez que o papel é apenas parcialmente reciclado. 50% do papel reciclado é feito a partir de novas prensas de papel branco e clareado quimicamente, poluente e sintético. Mais uma vez, cabe ao consumidor repensar se vale a pena imprimir tanto papel e tentar encontrar aquele livro num sebo. Cada tonelada de papel consome de 10 a 20 árvores, 10.000 lts. de água e  5 Mw/hr de energia.

Pior, compramos água mineral engarrafada em detrimento da água de filtro de barro, considerado o melhor do mundo, e exportamos bebidas prontas a partir de frutas tropicais cultivadas com agrotóxico.
Toda bebida pronta é crime de hidropirataria, pois cada litro de suco, chá gelado, refrigerante e cerveja industrializados consome pelo menos 5 litros de água em todo o processo produtivo. O custo real de 1lt. de bebida industrializada é de pelo menos R$10,00. Como esse preço final é comercialmente inviável, o fabricante não o repassa ao consumidor e, assim que o entorno da fábrica de bebidas for desertificado por exaustão das nascentes, a fábrica (que contou com isenção de impostos ao se instalar, já que gera empregos) se muda para outra localidade e a história se repete.

Na dúvida, voltemos aos casacos e vasilhames em vidro, salubres e retornáveis, apesar de pesarem no frete e consumirem mais combustível fóssil na logística de transporte. Garrafas plásticas, além de não retornáveis e derivadas de petróleo, são ricas em Bisfenol-A, substância cancerígena que foi banida da Austrália e Canadá. A opção em bioplástico de milho transgênico também não é boa solução à longo prazo, em virtude do cartel e monopólio das sementes casadas ao uso de pesticidas, que vem devastando áreas agrícolas, poluindo lençóis freáticos e expulsando os pequenos produtores rurais de suas terras.
Repare também que todas as embalagens que armazenaram perecíveis, devem ser limpas antes do descarte. A maionese residual de um único pote pode virar uma colônia num galpão abafado e assim, contaminar todo o fardo armazenado no local.

O diferencial é sempre a mudança do padrão de consumo e comportamento, reduzir a quantidade de bebidas prontas e água mineral engarrafada, que produzem embalagens que não sabemos como administrar e são hidropirataria, pois desertificam as áreas de entorno das fábricas no longo prazo. Fazer dos mesmos uma exceção para dias de festa (ou quando não há água potável disponível), em harmonia com o meio ambiente. A humanidade tem 10.000 anos e a Revolução Industrial, 200 - fazer um chá gelado e uma limonada não são difíceis e nos beneficiam imensamente em termos ambientais e nutricionais.

Reciclar é um conceito apoiado num tripé: recusar, reutilizar e só então reciclar (transformar).

O artesanato e a indústria são as 2 frentes da reciclagem, mas é exatamente o comportamento do consumidor que pode reduzir a produção de embalagens "verdes", que consomem matéria-prima, água e combustível fóssil na logística de transporte. Recusar é a primeira barreira que o consumidor pode impor para o consumismo e excesso de embalagens. Como eu já disse em muitas outras postagens, aqui em casa, as compras são feitas em 2 lugares: feira de orgânicos e empório a granel, direto do produtor sem veneno e à peso sem embalagem pelo custo do atacado - ganho em qualidade e quantidade. Não que todo meu lixo gerado seja casca de legume e fruta orgânico ou meia dúzia de saquinhos de grãos do mercado à granel, eu também tenho minhas lâmpadas, pilhas e eletrônicos, mas como a quantidade total é muito menor, torna-se mais fácil de administrar um volume reduzido. Mesmo as lâmpadas são poucas (pois só compro das inteligentes, que consomem menos energia e duram 6 anos), como meu celular, que é usado até acabar (apesar de eu ter bônus para trocar pelo aparelho que quiser). Eu recuso muito para poder reciclar pouco.

Fique de olho, nenhuma grande empresa de refrigerante lança garrafas com 30% a menos de plástico, porque é ambientalmente correta - isso é só greenwashing. Assim como a propaganda de bancos que investem em sustentabilidade nos lembra do que pagamos de tarifa, a indústria automobilística e os postos de gasolina adoram anunciar que todo brasileiro é apaixonado por carro e os fabricantes de cosméticos não-biodegradáveis e testados em animais são justamente os que lançam campanhas do gênero "somos todos um". É a Política Nacional de Resíduos Sólidos e a Fiscalização do IBAMA que está obrigando essas empresas "amigas do meio ambiente" a recuperar as embalagens que produzem entre outras ações. Essas "boas práticas ambientais" não são responsabilidade social e engajamento, são apenas o cumprimento da lei passível de multa e interdição e em muitos casos, isenção fiscal.


Só existem 2 embalagens realmente recicláveis: ecobags e carrinhos de feira, não por um acaso uma das primeiras postagens desse blog modesto. Veja a foto, no meu apartamento antigo, na postagem: Campanha para redução de sacos plásticos.


E o mais importante, o fato de um condomínio-empresa ter centenas de lixeiras para coleta seletiva não significa nada. Se o material descartado não for devidamente coletado por uma cooperativa de reciclagem, acaba no caminhão-triturador da empresa de limpeza pública. O mesmo caminhão despeja tudo junto num aterro sanitário lotado. Isso é claro, se o município em questão tiver um aterro sanitário ou pelo menos controlado, a maioria não têm e assim, os lixões urbanos a céu aberto vão se formando e sendo incorporados pela paisagem. Para saber onde estão as cooperativas de catadores em todo o país, veja o site do MNCR (Movimento Nacional de Catadores de Recicláveis)


Outras fontes de consulta:
Wikipedia
CEMPRE (Compromisso Empresarial para Reciclagem)
Instituto Akatu para o consumo consciente
MNCR (Movimento Nacional dos Catadores de Recicláveis)
Portal Lixo
ABRE (Associação Brasileira de Redistribuição de Excedentes)
Portal Viva Viver da Unimed



Outras postagens não linkadas e afins:

Lixo Eletrônico
Tetrapack não recicla
Long Neck não recicla
Guardanapos não reciclam
Reciclagem de Eletroeletrônicos
Como funciona um aterro sanitário
O mito do reflorestamento de eucalipto
"Eu queria trabalhar com sustentabilidade"
07 itens tóxicos que você não deveria jogar no lixo
Greenwashing, a mentira verde da publicidade sustentável
A praga da reciclagem artesanal: não é sustentável e é horrível
Compras a granel, à moda antiga, menos embalagens e menor custo
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6 comentários:

Marilia disse...

Oi, Carol
muito legal e útil esse teu post. Sempre ficava na dúvida do que se pode reciclar ou não. Aqui na Croácia o processo de recliclagem é diferente. A gente separa as garrafas e vidros e joga no lixo em cada bairro. As pessoas têm que pagar pelas sacolas nos supermercados, mas nas feiras ainda as senhoras nos enchem de sacolinhas.
Eu tenho andado com uma sacola de pano na bolsa em todo caso pra evitar as de plástico!
Um beijo e parabéns pelo teu blog,
Marília

Carolina Daemon Oliveira Pereira disse...

Oi Marília, legal tua visão de um país pequeno. Eu soube que na Espanha e em Portugal, onde se bebe vinho todo dia, existem muitos pontos de coleta de vidros e garrafas pelas ruas. Outros países europeus estão cobrando pelas sacolas também, é o certo, afinal o estabelecimento compra esse produto. Parabéns por andar com uma bolsa de pano dobrada na tua bolsa, não custa nada e só colabora.
Bjs

Marilia disse...

Pois é, aqui existe em cada bairro um grande local para colocar as garrafas pet, as de vidro e papel. Nos supermercados eles trocam cada garrafa pet por 50 centavos, o que é um grande incentivo!
Beijo!

Carolina Daemon Oliveira Pereira disse...

Isso é que é logística reversa aplicada à gestão de resíduos sólidos!

Jamie Salcedo disse...

Agradecimentos para o artigo, Carolina. No meu curso de microbiologia ambiental nos deu exemplos de água contaminada e tiveram que usar espectrofotômetrospara medir como produtos químicos, como petróleo ou fluido de isqueiro para ver como eles afetam o crescimento

Carolina Daemon Oliveira Pereira disse...

Oi Jamie, interessante sua experiência. Abs