domingo, 13 de março de 2011

Equitação, hipismo e charretes são insustentáveis e cruéis


A PETA promove mais uma campanha, abolir os esportes e transportes movidos à tração animal.

A campanha ilustrada por atrizes hollywoodianas em estilo Lady Godiva propõe deixar de lado um habito medieval e hoje, sem qualquer justificativa.

Até envolver-se em questões da Libertação Animal, a população em geral imagina que cavalos são animais de estimação sempre paparicados e bem tratados, mas não faz a menor ideia de como esses pequenos luxos são perversos.

Você sabe como é a aposentadoria de um cavalo de circo ou rodeio?
Para onde vão esses animais quando não servem mais para nosso usufruto?
Pior, você conhece algum dono de cavalo de haras que continue gastando rios de dinheiro com um animal velho, sem utilidade e que não vale mais a pena ser vendido?
Aliás, você acha justo separar filhotes de suas mães, obrigar fêmeas de qualquer espécie a cruzarem à revelia com um macho não escolhido e ainda, comercializar ($$$) esse processo?


Para quem quiser de aprofundar na questão, 2 filmes gratuitos para baixar:
"Vida de cavalo" e "Aposentadoria dos cavalos"


E para os que quiserem mudar o quadro geral, apadrinhe à distância um animal de grande porte mantido nos muitos santuários existentes.






O hipismo e as corridas de cavalo exploram os animais?


Quem se lembra deles?
Não há muito material disponível para consulta e, aparentemente, pouca gente se lembra deles. Os cavalos explorados por jockeys, jogadores e outros tipos de pessoas são mais um problema que precisa ser abordado na filosofia vegana. A crueldade não é tão óbvia quando em um rodeio, mas ela está lá.
“Ah, mas eles são mais bem tratados que muitos de nós!”
A maioria destes animais vale muito dinheiro no mercado sujo que compra e vende suas vidas. Portanto, os tratadores precisam cuidar para que sua saúde esteja em dia. Isso não quer dizer que eles não sejam maltratados durante os cansativos treinamentos. É claro que não podemos afirmar que todos os cavalos explorados para a diversão humana são agredidos ou torturados, mas há fortes evidências que nos levam a pensar que sim.
Não havendo maus-tratos, chicotes e coisas do tipo, há exploração?
A partir do momento em que você coloca preço em um animal, está explorando a vida dele. Por isso, mesmo que alguns “donos” destes animais os tratem com ração cara e todo o cuidado, há escravidão.





Como o problema acaba na prática:
Abandono de cavalo no RS
Abandono de cavalo em Olinda
Abandono de cavalo em Caetés
Abandono de cavalos em Recife
Abandono de cavalos em Santa Maria
Abandono de cavalos e vacas em Alfenas
Após cinco meses de abandono, cavalo é encontrado morto
Crise na Irlanda leva donos a abandonarem seus cavalos à morte
Mais um cavalo morre por maus-tratos e abandono em Garça (SP)
Cavalo agoniza sem água e sem comida na Zona Norte de Fernandópolis






Mais informação:
Caça não é esporte
Circo legal não tem animal
Bike Pólo, para deixar os cavalos em paz
Odeio Rodeio: fonte de muito sofrimento e prejuízo aos cofres públicos
Férias de Verão em Natal (RN): Vamos passear de camelo em Genipabu? Não, obrigada!

4 comentários:

Anônimo disse...

Mandei o link para duas amigas, mãe e filha... Veja o que rendeu:
Ju escreveu em 17 nov (6 dias atrás) para mim:
O meu morreu comigo, como prometi a ele, aposentado e feliz,
comendo sua graminha e sua ração ao lado da bela Ko.
Era uma dívida de honra, de gratidão, de espírito.
A evolução do espírito engrandece o respeito e o amor cada vez
maiores por estes magníficos seres.

E a Ne escreveu ás 16:05 (4 minutos atrás) para mim:
Veja só, meu amigo.
O cavalo branco da Ju, chamado Ado, morreu há umas duas ou três semanas atrás.
Ele comeu sua ração da manhã e foi com a Ko para o alto do morro das palmeiras, onde se tem uma linda vista.
Depois do almoço o Nel o encontrou morto (foi ver porque a Ko relinchava tanto).
Você deve lembrar da história que o Ma escreveu sobre a promessa da Ju a esse cavalo, de que ele seria livre no sitio, aposentado, até que chegasse seu fim.
Eu sempre amei os cavalos mas não queria montar: para mim eles são uma força símbolo da natureza. Gosto de ouvir seu relincho, admirar se galope livre, sentir seu cheiro.
Ju também os amou desde menina, mas passou por diversas fases quando montava, quando queria dirigi-los, quando queria fundir-se neles... Mas hoje ela, como eu, apenas rende graças por sua presença, sua vitalidade, seu espirito. (...)
Durante alguns dias sofri, doeu imaginá-lo morto.
Agora penso que o tempo dele se cumpriu. Ele caiu, deslizou ou se arrastou até as árvores e partiu na paz. Me ajudou a compreender a morte, e já não dói.
Usar e abandonar animais que foram condicionados a depender de uma pessoa é perverso, sim. Tão perverso quanto abandonarmos uns aos outros.
Tão perverso quanto um mundo sem amor.

Carolina Daemon Oliveira Pereira disse...

Concordo integralmente. Está mais do que na hr de parar de tratar os rebanhos, cardumes, etc como uma propriedade. Quer mais? Bota pra cruzar. Ficou velho? Eutanásia neles. Acabou a grana da ração? Larga na rua...
O homem não é o topo de cadeia nenhuma, é só mais um elo da corrente.
E os animais nos tratam muito melhor do que os tratamos.

Tiburcio Alberto disse...

O homem montando em um cavalo. Cavalo puxando carroça. Cavalo nas guerras do passado. É o rei dos animais explorando outro animal. É uma grande maldade humana. Não chegaríamos aonde chegamos sem os cavalos, foram imprescindíveis na evolução da humanidade.

Carolina Daemon Oliveira Pereira disse...

O mundo evoluiu, já inventaram uma coisa chamada motor. Foi depois que pararam de sacrificar virgens nas luas cheias.
E ninguém faz hipismo ou passeia de charrete em 2016 para puxar um fardo de feno.